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	<title>Terror &#8211; TCC DF &#8211; Leal Assessoria e Consultoria Acadêmica</title>
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		<title>Opinião literária, por Felipe Azeredo &#8211; Frankenstein &#8211; Mary Shelley</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Jul 2023 20:03:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[5 Verdades Sobre a Vida em A Metamorfose, de Kafka 5 Verdades que Frankenstein Revela Sobre a Humanidade – Por Felipe Azeredo “Eu era dotado de uma aparência horrorosamente deformada e repugnante, não possuía sequer a mesma natureza dos homens. Quando olhava ao redor, não via e nem ouvia falar de alguém como eu.” Frankenstein,&#8230;&#160;<a href="https://assessoriatcc.com.br/frankenstein-5-verdades-humanidade/" rel="bookmark"><span class="screen-reader-text">Opinião literária, por Felipe Azeredo &#8211; Frankenstein &#8211; Mary Shelley</span></a>]]></description>
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									<p><strong>5 Verdades que Frankenstein Revela Sobre a Humanidade – Por Felipe Azeredo</strong></p><p><em>“Eu era dotado de uma aparência horrorosamente deformada e repugnante, não possuía sequer a mesma natureza dos homens. Quando olhava ao redor, não via e nem ouvia falar de alguém como eu.”</em></p><p><strong>Frankenstein</strong>, de Mary Shelley, é um dos maiores clássicos da literatura mundial. Apesar de ser conhecido como uma obra de terror gótico, este romance é, na verdade, um profundo tratado sobre <strong>responsabilidade, rejeição, ética científica e humanidade</strong>. A primeira leitura pode enganar: não se trata apenas de um monstro criado por um cientista ambicioso. Trata-se de <strong>quem é realmente o monstro</strong>, e como a sociedade molda essa definição.</p><p>Ao terminar o livro, fui tomado por uma inquietação que poucas obras me causaram. Já conhecia a história por adaptações e referências culturais, mas nunca imaginei que sua leitura traria <strong>reflexões tão profundas e atuais</strong>.</p><ol><li><strong> Frankenstein é mais sobre abandono do que horror</strong></li></ol><p>A criatura de Frankenstein não nasce mal. Pelo contrário: ela é curiosa, sensível e deseja apenas ser aceita. Sua aparência, no entanto, gera medo, repulsa e violência por onde passa. O verdadeiro terror da obra está no <strong>abandono</strong>, não na criação.</p><p>Victor Frankenstein, ao ver o ser que criou, entra em choque e o rejeita imediatamente. Essa rejeição inicial marca o destino da criatura. Toda maldade que comete é fruto da exclusão e da dor causada pelo desprezo.</p><ol start="2"><li><strong> A responsabilidade pelo que criamos é inevitável</strong></li></ol><p>Frankenstein foge de sua criação. Mas a criatura, viva, continua existindo — e sofrendo. Mary Shelley nos alerta que <strong>não basta criar algo e esperar que o mundo se adapte</strong>. Quem cria, deve cuidar. Isso serve para a ciência, para a paternidade, para os afetos e para a sociedade como um todo.</p><p>Victor ignora a dor do ser que gerou, como se não fosse sua responsabilidade. Mas o livro mostra que <strong>toda escolha tem consequências</strong>, e não cuidar do que criamos pode levar à destruição — tanto da criatura quanto do criador.</p><ol start="3"><li><strong> Frankenstein mostra como a aparência ainda define o valor das pessoas</strong></li></ol><p>A criatura de Frankenstein é rejeitada por sua aparência. Mesmo antes de falar, de agir ou de se expressar, ela é considerada um monstro. Isso reflete <strong>um preconceito estético ainda presente hoje</strong>. Julgamos pela capa, pela pele, pelo corpo — antes de conhecer a alma.</p><p>Ao longo do romance, vemos que a dor maior da criatura não é sua feiura, mas o fato de que ela <strong>nunca será vista além disso</strong>. Isso nos leva a pensar sobre como tratamos os diferentes, os marginalizados, os fora do “padrão”.</p><ol start="4"><li><strong> A maldade é fruto da exclusão, não da essência</strong></li></ol><p>A grande virada do livro acontece quando a criatura, <strong>depois de tantas tentativas de se integrar</strong>, decide se vingar. A maldade nasce quando a esperança morre. Mary Shelley parece dizer: <strong>não é o monstro que nasce mau, é o mundo que o transforma assim</strong>.</p><p>A criatura era pura, mas sofreu violência. Era boa, mas foi ignorada. Era sensível, mas foi humilhada. O que restou foi o ódio, que explodiu como uma resposta a tanto descaso.</p><p>Veja também nossa <a href="https://assessoriatcc.com.br/opiniao-literaria-por-felipe-azeredo-a-metamorfose-franz-kafka/">análise sobre “A Metamorfose”, de Franz Kafka</a> para refletir sobre exclusão e invisibilidade social.</p><ol start="5"><li><strong> Frankenstein é um aviso sobre a ciência sem consciência</strong></li></ol><p>A criação do monstro é fruto de uma busca desenfreada por conhecimento e poder. Victor Frankenstein deseja ultrapassar os limites da vida e da morte — e consegue. Mas <strong>não pensa nas consequências</strong>. Sua ambição desmedida o leva à ruína, e também destrói sua família e seu legado.</p><p>Essa mensagem ressoa fortemente hoje, em tempos de avanço tecnológico acelerado. Criamos inteligências artificiais, manipulamos DNA, desenvolvemos armas&#8230; Mas será que estamos prontos para lidar com tudo isso?</p><p><strong>Considerações finais sobre Frankenstein</strong></p><p><strong>Frankenstein</strong>, de Mary Shelley, é muito mais do que uma história de terror. É uma obra <strong>profunda, filosófica e trágica</strong> que questiona até onde vai a ética humana, o que nos torna humanos e como tratamos o “outro”.</p><p>A criatura que Victor rejeita é um espelho da sociedade: <strong>quem não se encaixa, é descartado</strong>. Quem não corresponde ao padrão, é condenado. O livro não fala só de um cientista e seu experimento: fala de pais e filhos, de governantes e suas decisões, de empresas e seus produtos, de pessoas e suas relações.</p><p>Se você leu Frankenstein apenas como uma narrativa gótica, vale reler. Há muito mais escondido nas entrelinhas. É um retrato atemporal da solidão, da negligência e das consequências da ausência de responsabilidade afetiva e ética.</p><p><strong>Quer saber mais?</strong></p><p>Aprofunde sua leitura com a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Frankenstein" target="_blank" rel="noopener">página da Wikipedia sobre Frankenstein</a> — informações sobre o contexto histórico, a vida de Mary Shelley e as influências por trás da obra.</p>								</div>
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