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	<title>Literatura francesa &#8211; TCC DF &#8211; Leal Assessoria e Consultoria Acadêmica</title>
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	<title>Literatura francesa &#8211; TCC DF &#8211; Leal Assessoria e Consultoria Acadêmica</title>
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		<title>Opinião literária,  Da Terra à Lua &#8211; Júlio Verne, por Felipe Azeredo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Jul 2023 13:32:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura francesa]]></category>
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					<description><![CDATA[Desses servos que o sol mantém em sua órbita elíptica graças à grande lei da gravidade, alguns possuem seus próprios satélites. Da Terra à Lua &#8211; Júlio Verne O que consegue ser quase tão horrível quanto um conflito bélico de grandes proporções? Pessoas entediadas que são verdadeiramente apaixonadas por guerra! Utilizando-se de tal ponto de&#8230;&#160;<a href="https://assessoriatcc.com.br/opniao-literaria-da-terra-a-lua-julio-verne/" rel="bookmark"><span class="screen-reader-text">Opinião literária,  Da Terra à Lua &#8211; Júlio Verne, por Felipe Azeredo</span></a>]]></description>
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									<p></p>
<p>Desses servos que o sol mantém em sua órbita elíptica graças à grande lei da gravidade, alguns possuem seus próprios satélites.</p>
<p></p>
<p></p>
<h2>Da Terra à Lua &#8211; Júlio Verne</h2>
<p></p>
<p></p>
<p>O que consegue ser quase tão horrível quanto um conflito bélico de grandes proporções? Pessoas entediadas que são verdadeiramente apaixonadas por guerra!</p>
<p></p>
<p></p>
<p>Utilizando-se de tal ponto de partida para criar a primeira história da exploração espacial escrita e publicada em 1865, o fenomenal autor Júlio Verne apresenta ao leitor conceitos que, mesmo nos dias de hoje, reconheço, devem ser lidos com um glossário à mão e uma boa ferramenta de consulta à disposição.</p>
<p></p>
<p></p>
<p>Apresentado o leitor aos protagonistas da obra, os membros do Gun Club &#8211; veteranos da Guerra de Secessão dos Estados Unidos &#8211; o autor passa então a discorrer sobre as agonias do tédio que sentem ao verem que não há mais luta, tiros, explosões e coisas belicosas com que se preocupar. Seu ofício não é mais necessário, seus serviços podem ser deixados para segunda ordem, seus intelectos, tão afiados nas artes da artilharia, pesam com horas de ócio.</p>
<p></p>
<p></p>
<p>É quando o Sr. Barbicane, presidente do Gun Club, decide realizar um comunicado cercado de mistério, que faz o sangue tornar a correr nas veias dos mestres projetistas de canhões, obuses e morteiros. Um novo e audacioso projeto surge, um novo motivo para aquecerem seus cérebros prodigiosos e ao mesmo tempo, mostrar ao mundo a superioridade da arrogância americana. Eles decidem atirar na Lua com um canhão!</p>
<p></p>
<p></p>
<p>Neste ponto preciso relembrar o leitor de que à época que o romance foi escrito não se imaginava coisas como foguetes, ônibus espaciais, estação internacional, empresas decolando naves para levar astronautas ao espaço e trazê-los de volta em segurança. Tudo isso era um sonho distante demais e calhou ao autor, com sua inegável imaginação e capacidade para misturá-la a dados científicos, senão exatos, plausíveis, fruto de extensa pesquisa e conhecimento, pensar que a forma com que se poderia alcançar a Lua seria com os meios até então conhecidos.</p>
<p></p>
<p></p>
<p>Não me atreverei a replicar as tantas e quase intermináveis informações sobre mapas estrelares, seus cálculos e informações apresentadas por observatórios sérios, ou mesmo discorrer linhas e mais linhas sobre a quantidade e tipo de material necessários para construir uma enorme aberração de metal a que dão o nome de Columbiad, uma arma tão gigantesca que é possível descer dezenas de metros em seu interior por um elevador e, em certa cena, os projetistas chegam mesmo a realizar um jantar de inauguração no fundo do canhão. Sobre a história não direi mais nada para não atrapalhar a surpresa do final aos que forem lê-la, garanto apenas que de forma alguma pensei que fosse terminar como terminou.</p>
<p></p>
<p></p>
<p>Quantas e quantas páginas versando sobre balística, metalurgia, astronomia, química, física e outras tantas matérias tremendamente importantes e interessantes! Júlio Verne, a cada obra sua que leio, assume para mim cada vez mais um brilho de gênio, um homem que em tempos que o conhecimento formal era para pouquíssimos afortunados, fez todo o possível a seu alcance para popularizar seu riquíssimo saber, distribuindo-o por todos seus leitores e aos que, mesmo que não soubessem ler, podiam receber dos que liam, tanto conhecimento.</p>
<p></p>								</div>
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		<title>Opinião literária, 20.000 léguas submarinas &#8211; Júlio Verne, por Felipe Azeredo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Jul 2023 13:30:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura francesa]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8220;Uma viagem repleta de conhecimento, lugares encantadores e animais fascinantes&#8221;. 20.000 léguas submarinas &#8211; Júlio Verne Finalizada a leitura, vamos então às minhas impressões. Com a proximidade de minha viagem ao litoral, aproveitei para inserir-me na temática e ler 20.000 léguas submarinas de Júlio Verne. Conhecido por suas obras repletas de conhecimentos científicos aprofundados pelas&#8230;&#160;<a href="https://assessoriatcc.com.br/opiniao-literaria-20-000-leguas-submarinas/" rel="bookmark"><span class="screen-reader-text">Opinião literária, 20.000 léguas submarinas &#8211; Júlio Verne, por Felipe Azeredo</span></a>]]></description>
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									<p></p>
<p>&#8220;Uma viagem repleta de conhecimento, lugares encantadores e animais fascinantes&#8221;.</p>
<p></p>
<p></p>
<h2>20.000 léguas submarinas &#8211; Júlio Verne</h2>
<p></p>
<p></p>
<p>Finalizada a leitura, vamos então às minhas impressões.</p>
<p></p>
<p></p>
<p>Com a proximidade de minha viagem ao litoral, aproveitei para inserir-me na temática e ler 20.000 léguas submarinas de Júlio Verne.</p>
<p></p>
<p></p>
<p>Conhecido por suas obras repletas de conhecimentos científicos aprofundados pelas largas pesquisas realizadas pelo autor, a obra é uma grande expedição que leva o leitor a bordo do icônico submarino Náutilus enquanto realiza sua volta ao mundo através dos oceanos.</p>
<p></p>
<p></p>
<p>Recomendo que a leitura da obra seja realizada com calma e com uma fonte de pesquisa à internet bem acessível, pois durante todos os momentos nos deparamos com termos desconhecidos aos que não possuem afinidade com as ciências dos oceanos e que sem tal possibilidade de pesquisa a obra não se torna difícil, mas certamente que saber o que é um cetáceo, um fucus ou corrente oceânica ajudará a aproveitar melhor as informações contidas neste livro.</p>
<p></p>
<p></p>
<p>Os personagens, poucos que são, não constituem grande atração e mesmo o singular Capitão Nemo não me pareceu possuidor de grande carisma. Nenhum foi capaz de me fazer sentir algo, nem expectativa.</p>
<p></p>
<p></p>
<p>A grande genialidade da obra consiste na aplicação teórica e extremamente bem fundamentada de conceitos que hoje são quase todos corretos e realmente utilizados. Devemos lembrar que a obra foi lançada em 1870 e uma máquina com a complexidade que é descrita o submarino de Júlio Verne viria a existir apenas no período da segunda guerra mundial com os U-Boats nazistas!</p>
<p></p>
<p></p>
<p>Devorei cada página e absorvi o conhecimento nelas constante mas admito que a história em si que serve como pano de fundo não me convenceu. Principalmente da forma como termina deixa uma sensação estranha de que o autor, sem mais informações úteis a relacionar, decide que simplesmente irá findar o trabalho.</p>
<p></p>
<p></p>
<p>Sobram perguntas não respondidas sobre a história em si, enquanto que um verdadeiro oceano de informações é derramado sobre o leitor com todas as maravilhas do fundo do mar.</p>
<p></p>								</div>
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		<title>Opinião literária, por Felipe Azeredo &#8211; A volta ao mundo em 80 dias &#8211; Júlio Verne</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Jul 2023 13:28:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura francesa]]></category>
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					<description><![CDATA[A Volta ao Mundo em 80 Dias – Opinião Literária por Felipe Azeredo                                      Resenha – A Volta ao Mundo em 80 Dias  Análise literária por Felipe Azeredo – Blog Acadêmico da Leal Assessoria A obra A Volta&#8230;&#160;<a href="https://assessoriatcc.com.br/resenha-volta-ao-mundo-em-80-dias/" rel="bookmark"><span class="screen-reader-text">Opinião literária, por Felipe Azeredo &#8211; A volta ao mundo em 80 dias &#8211; Júlio Verne</span></a>]]></description>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default"><b>A Volta ao Mundo em 80 Dias – Opinião Literária por Felipe Azeredo</b></h2>				</div>
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									<p><strong>                                     Resenha – A Volta ao Mundo em 80 Dias</strong></p><p><em> </em><em>Análise literária por Felipe Azeredo – Blog Acadêmico da Leal Assessoria</em></p><p>A obra <strong>A Volta ao Mundo em 80 Dias</strong>, escrita por Júlio Verne e publicada originalmente em 1873, é um dos grandes marcos da literatura de aventura. Considerado um clássico atemporal, o livro fascina leitores há gerações, oferecendo uma viagem empolgante pelos continentes ao lado de personagens memoráveis. Em tempos em que as fronteiras do mundo pareciam inexploradas, Verne ousou imaginar uma jornada audaciosa, envolvente e repleta de reviravoltas.</p><p>O protagonista, Phileas Fogg, é um típico cavalheiro inglês, metódico e pontual. Ele faz uma aposta com membros de seu clube de cavalheiros em Londres: dar a <strong>volta ao mundo em 80 dias</strong> usando os meios de transporte disponíveis no século XIX. Acompanhado por seu recém-contratado criado francês, Passe-partout, Fogg inicia uma corrida contra o tempo, que se desenrola em vários países, enfrentando contratempos naturais, culturais e humanos.</p><p>A narrativa apresenta uma rica mescla entre realidade e ficção. Verne utiliza informações geográficas e científicas da época para criar um enredo que parece possível, mesmo quando esticado por elementos fantasiosos. Ao longo da jornada, o leitor é conduzido por cidades como Bombaim, Hong Kong, Yokohama, São Francisco e Nova York. Em cada parada, surgem novos desafios que testam a paciência, o raciocínio e a coragem do protagonista.</p><p>Do ponto de vista literário, <strong>A Volta ao Mundo em 80 Dias</strong> oferece muito mais do que uma história de ação. A obra promove reflexões sobre o colonialismo europeu, as diferenças culturais e a confiança nas tecnologias emergentes. O autor também evidencia o contraste entre o pensamento lógico e a espontaneidade por meio do relacionamento entre Fogg e Passepartout. Enquanto o primeiro é guiado pela razão, o segundo é movido por emoção e humanidade.</p><p><strong>                            </strong><strong>A importância crítica de A Volta ao Mundo em 80 Dias</strong></p><p>Nesta resenha, Felipe Azeredo traz uma análise que transcende a narrativa. Ele observa como Verne, além de entreter, convida o leitor a pensar sobre o progresso da civilização. Para Azeredo, o livro é uma alegoria sobre controle, tempo e liberdade — temas ainda muito presentes na contemporaneidade. <strong>A Volta ao Mundo em 80 Dias</strong> é, portanto, uma leitura que atravessa gerações não só pelo enredo cativante, mas pelo simbolismo que carrega.</p><p>A obra é indicada para estudantes, professores, mediadores de leitura e leitores que desejam se reconectar com os grandes clássicos. Pode ser utilizada em atividades escolares, clubes do livro e discussões literárias que exploram temas como globalização, ética e comportamento humano.</p><p>Além dessa resenha, o autor também escreveu sobre outros títulos importantes no <a href="https://assessoriatcc.com.br/blog-academico">Blog Acadêmico da Leal Assessoria</a>, incluindo <em>Dom Quixote</em>, <em>O Pequeno Príncipe</em> e obras autorais como <em>O Homem sem Tempo</em> e <em>A Cura de Todo Mal</em>. Esses títulos também estão disponíveis para leitura e aquisição online.</p><p><strong>                                </strong><strong>Onde encontrar a obra e outras publicações</strong></p><p>Você pode adquirir edições comentadas ou de bolso de <strong>A Volta ao Mundo em 80 Dias</strong> em plataformas como a <a href="https://www.amazon.com.br/s?k=volta+ao+mundo+em+80+dias&amp;__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&amp;ref=nb_sb_noss_1" target="_blank" rel="noopener">Amazon</a>, com diferentes capas e traduções. Para conhecer os livros autorais de Felipe Azeredo, como <em>O Homem sem Tempo</em>, acesse a <a href="https://clubedeautores.com.br/livro/o-homem-sem-tempo" target="_blank" rel="noopener">Clube de Autores</a>, onde a obra está publicada com prefácio do próprio autor.</p><p>A leitura dessa clássica aventura literária, aliada às reflexões contemporâneas propostas por Azeredo, enriquece o repertório dos leitores e incentiva o pensamento crítico. A resenha visa não apenas apresentar a obra, mas provocar discussões sobre a forma como enxergamos o tempo, os limites geográficos e as transformações internas ao longo de uma jornada.</p><p>Se você gostou dessa resenha de <strong>A Volta ao Mundo em 80 Dias</strong>, continue acompanhando nossos conteúdos no Blog Acadêmico da Leal Assessoria. Aqui valorizamos a leitura como ferramenta de crescimento intelectual e pessoal. Participe, leia, comente e compartilhe.</p>								</div>
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		<title>Opinião literária, por Felipe Azeredo &#8211; O pequeno príncipe &#8211; Antoine de Saint-Exupery</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Jul 2023 13:26:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura francesa]]></category>
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					<description><![CDATA[O Pequeno Príncipe – Reflexões sobre a essência humana e a beleza do invisível O Pequeno Príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry, é uma das obras literárias mais traduzidas e lidas do mundo. Publicado originalmente em 1943, o livro transcende a definição de literatura infantil ao explorar com delicadeza temas profundos como amizade, amor, solidão, perda&#8230;&#160;<a href="https://assessoriatcc.com.br/o-pequeno-principe/" rel="bookmark"><span class="screen-reader-text">Opinião literária, por Felipe Azeredo &#8211; O pequeno príncipe &#8211; Antoine de Saint-Exupery</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="718" class="elementor elementor-718" data-elementor-post-type="post">
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default"><b>O Pequeno Príncipe – Reflexões sobre a essência humana e a beleza do invisível</b></h2>				</div>
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									<p><em>O Pequeno Príncipe</em>, de Antoine de Saint-Exupéry, é uma das obras literárias mais traduzidas e lidas do mundo. Publicado originalmente em 1943, o livro transcende a definição de literatura infantil ao explorar com delicadeza temas profundos como amizade, amor, solidão, perda e sentido da vida. Esta obra atemporal continua encantando leitores de todas as idades por sua simplicidade poética e suas mensagens universais.</p>
<p>A narrativa começa quando um piloto cai no deserto do Saara e encontra um pequeno príncipe vindo de um asteroide chamado B-612. O menino compartilha suas experiências com o piloto e relata suas viagens a outros planetas, onde encontra personagens simbólicos: o rei, o vaidoso, o bêbado, o homem de negócios, o acendedor de lampiões e o geógrafo. Cada um representa um traço da sociedade moderna — o poder, o ego, a fuga da realidade, o materialismo, o trabalho repetitivo e a busca do saber — e serve como crítica à vida adulta, muitas vezes desconectada da essência.</p>
<p>O ponto alto da narrativa é quando o Pequeno Príncipe chega à Terra e encontra a raposa, personagem que lhe ensina uma das lições mais marcantes da literatura: “O essencial é invisível aos olhos.” A partir desse encontro, o leitor é convidado a refletir sobre o valor das relações humanas, o tempo investido no outro e a importância de ver com o coração.</p>
<p>A simplicidade da linguagem utilizada por Saint-Exupéry é proposital e poderosa. Através de frases curtas e simbólicas, o autor nos faz enxergar o mundo sob a perspectiva da infância, livre de preconceitos, racionalismos e egoísmo. O Pequeno Príncipe não entende por que os adultos se preocupam tanto com números, regras ou bens materiais. Para ele, o mais importante é cultivar os laços, manter a curiosidade e cuidar da rosa — símbolo do amor e da responsabilidade.</p>
<p>Além de sua carga filosófica e emocional, a obra também pode ser interpretada como uma metáfora sobre a própria vida do autor. Antoine de Saint-Exupéry foi aviador, escritor e humanista. Desaparecido em missão durante a Segunda Guerra Mundial, deixou como legado esse pequeno grande livro, que carrega parte de sua própria visão de mundo.</p>
<p><strong>A leitura de O Pequeno Príncipe pode ser um excelente recurso pedagógico</strong> em sala de aula, incentivando debates sobre empatia, respeito, sentimentos e convivência. Por isso, não é à toa que a obra está presente nos currículos escolares ao redor do mundo.</p>
<p>Para quem deseja adquirir o livro, há diversas edições disponíveis. Uma opção bastante recomendada é a publicada pela <a href="https://www.amazon.com.br/dp/8595081514" target="_blank" rel="noopener">Amazon</a>, com tradução fiel ao original e ilustrações do próprio autor. Além disso, o autor Felipe Azeredo, escritor e colaborador do Blog Acadêmico da Leal Assessoria, compartilha reflexões inspiradas nesta e em outras obras literárias em seu <a href="https://assessoriatcc.com.br/blog-academico">espaço oficial</a>. Vale a pena conferir sua opinião literária e seus projetos publicados em plataformas como a Amazon e o Clube de Autores.</p>
<p>No contexto do Blog Acadêmico da Leal Assessoria, esta análise de <em>O Pequeno Príncipe</em> dialoga com o propósito do blog: estimular a reflexão crítica, incentivar a leitura e fomentar a produção textual qualificada. Obras como essa não apenas entretêm, mas também transformam o olhar do leitor sobre si mesmo e sobre o mundo.</p>
<p><strong>Conclusão</strong></p>
<p>Mais do que um livro, <em>O Pequeno Príncipe</em> é uma experiência emocional e filosófica. Ao término da leitura, não somos mais os mesmos. A beleza de suas páginas está em tocar o que há de mais humano em nós: o desejo de compreender o outro, de amar com profundidade e de olhar o invisível com os olhos do coração.</p>
<p><strong>Explore. Reflita. Compartilhe.</strong><br /><br /></p>								</div>
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